sábado, 27 de dezembro de 2014

Resenha crítica do capítulo 6: Folhas Inteligentes

Postado por Mayara Fernandes, graduanda em Administração pelo IFPB.

O capitulo 6 trás como tema: Folhas Inteligente. Essas folhas são placas inteligentes que fazem leitura de um código,onde esses códigos guardam varias informações sobre um produto ou objeto cadastrado.
O UPC é um dos primeiros sistemas  de códigos que já existiram, ele  permite agilizar as filas nos caixas, como também aumenta a eficiência de todo o processo de controle de estoque e reduz os custos da empresa, pois tem uma série de informações no seu banco de dados. Hoje o sistema mais atualizado é o RFID, nele  que podem conter mais informações que os UPCs e podem ser integradas diretamente aos sistemas computadorizados.
Discussões como a origem das espécies, o essencialismo e naturalismo fazem parte deste capitulo, o autor trás comparações de como as empresas também sofrem dos efeitos do essecialismo quando pressupõe que conhecem de que seus produtos foram feitos. O conceito exato de requícios  de essencialismo no mercado é a tendência de definir as coisas com clareza.
As informações estão entrelaçadas, não seguem uma sequencia ou hierarquia. Quando usamos um programa para identificar algum produto gera diversas informações, onde podemos adquirir mais conhecimento com a mistura de ideias e informações que nos são apresentadas. E devemos ter a capacidade aprender a filtrar todas essas informações.

Resenha do capítulo 5: “A Lei Da Selva”

Postado por Mayara Fernandes - Graduanda em Administração pelo IFPB

No capitulo 5 o autor trás como titulo “A lei da selva”, fala das inúmeras maneiras que se organizam as coisas e as informações na atualidade e como elas ficam disponíveis para que qualquer pessoa possa utilizá-las, como elas são organizadas no sistema, a forma como traçamos uma mapa para o conhecimento. As duas primeiras ordens requerem a existência de um vencedor, a classificação é trazida como uma briga de poder, é política. Já a terceira ordem ela etiqueta as informações e as deixa livre para que o usuário possa utilizá-la como quiser, ao contrário das duas anteriores que procuram impor-lhe categorias.
O autor trás como exemplo um dos primeiros sites que disponibilizava as informações de acordo com a terceira ordem o “Delicious.com” onde ele permite ao usuário listar as paginas da Web às quais ele pretende voltar. A fixação de tags foi a característica mais importante acrescentada ao Delicious, com o uso delas na rede facilitou para os usuários a compartilharem as informações, o conhecimento. 
Atualmente em um mundo conectado, o conhecimento pode ser insondável, temos acesso as informações que na primeira e segunda ordem passariam imperceptíveis por nós. 
Portanto, o autor afirma que estão surgindo novas propriedades, novas estratégias, novos conhecimentos, pelo qual os donos as informações já não tem poder sobre ela, cada um dos usuários vão interpreta-las da sua forma.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Resenha do capítulo 4, do livro “A Nova Desordem Digital” de David Weinberger

Postado por Josefa Silva Oliveira, graduanda em administração de empresas do IFPB.

O capítulo 4 do livro fala sobre uma longa viagem em que varias crianças estão, passando varias horas  o pai  teve a ideia de convidar as crianças para jogar o jogo das vintes perguntas , que além de distrair as crianças,  iria fazer com que elas  aprendessem.
No decorrer do capítulo o autor começa a explicar como é esse jogo, fala também como será feita a avaliação das crianças no que diz respeito ao desempenho delas no jogo. Quanto melhores no vinte perguntas, mais despreparadas elas estarão quando entrarem na faculdade. Depois ele começa a falar em uma tal lista a lista de Borges, e dá  um exemplo: lista de compras, ele explica que nossa lista de compras é mais genérica já a de Borges é mais extravagante. 
Já na terceira parte do capítulo ele já entra em outro assunto o ninho em árvores, ele explica que aninhamento é uma técnica fundamental do entendimento humano. Pode ser inclusive, a técnica fundamental, pelo menos em sua forma mais primitiva: pedaços e divisões. 
Também é mostrado o conceito de metafísica que é uma pesquisa sobre o significado das coisas. No decorrer do texto é demostrado vários conceitos a respeito a respeito das varias teorias de Platão e Aristóteles. Aristóteles propõe uma tarefa para todos os que querem conhecer o universo: dividir e separar, ele mostra através de exemplos que usamos em no nosso dia-a-dia sem nos darmos conta dele, por exemplo: Quando damos indicações como siga em frente por alguns minutos e fique atento ao mercado que estará á direita, porque pensamos ser um ponto de referência importante. Fazemos isso sem no dar conta de que estamos dividindo e separando. Logo depois o autor falar sobre arvore sem papel o título não explica nada, do que ele vai falar mais adiante, o texto fala sobre a procura de um consultor qualificado para assumir projetos dentro das empresas. Ele buscar por etapas, primeiramente os bem qualificados e depois que falem bem a língua local, se ele tem disponibilidade de horários. O autor compara essas etapas com uma árvore.
Enfim, o capítulo é um pouco complicado de se entender, pois o autor falar algumas coisas de um assunto e logo depois entra em outro sem uma continuação. Todo o texto é sem nexo e não acrescenta em nada no quesito conteúdo.

Resenha do capítulo 3 do livro “A Nova Desordem Digital” de David Weinberger

Escrito por Josefa da Silva Oliveira, graduanda em administração de empresas do IFPB.


O capitulo 3 do livro “A Nova Desordem Digital” de David Weinberger fala sobre a disposição do conhecimento com o título: A geografia do conhecimento. Ele faz uma critica ao método de organização e catalogação de livros criada por Melvil Dewey, onde a catalogação de todos os livros caberia em categorias decimais, sendo que os livros de filosofia ficariam dispostos na primeira fila de 001 a 100. Os demais assuntos em níveis subseqüentes. Este capitulo tem um subtítulo: O mundo de Dewey. Nascido em 1851, nas proximidades de Nova York, com características e espírito racionalista. Não gostava e nem concordava com a maneira com que os livros eram organizados nas bibliotecas, por isso resolveu criar um método mais pratico e que fosse mais ágil na busca e organização destes. O plano de Dewey era de democratizar as bibliotecas. A primeira idéia de Dewey era que deveria existir somente uma maneira universal de catalogar livros, este método deveria ser seguido e utilizado por todas as bibliotecas. A segunda foi de organizar os livros em ordem alfabética por cada tema, que segue a ideia do “palácio da memória”. A terceira idéia lhe ocorreu em março de 1873, quando leu um panfleto que dava a sugestão de organizar as bibliotecas a partir de um sistema decimal. Apesar dos diversos problemas que isto poderia acarretar era um sistema mais lógico e aperfeiçoado para a época. O autor apresenta exemplos de catalogações diferenciadas que existem hoje, no subtítulo “O Carnaval da Amazon” descreve como a maior vendedora de livros do mundo faz para organizar e dispor seus anúncios. A Amazon não se preocupa com a precisão e método de seu sistema e sim em inserir informações dobre o livro para que o cliente seja atraído. Pelo seu sistema o mesmo livro pode ser encontrado em categorias diversas, e até informar que outra pessoa tem comprado tal livro e outros livros da mesma ou de categorias diversas. O sistema de filtro tem mostrado eficiência na exposição e apresentação dos livros, lógico que na organização do seu estoque a Amazon se utiliza de organização mais simplificada. Enfim o autor afirma que o problema do sistema de Dewey não está na excentricidade ou o caratê provinciano, mas é porque qualquer mapa do conhecimento exige que o conhecimento tenha uma geografia própria, uma visão de cima para baixo e uma forma.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Resenha do Capítulo 2 – Classificação em ordem alfabética e seus opositores – do Livro: “A nova desordem digital”. De David Weinberger

Por Ytalo Farias, Graduando em Gestão Ambiental – IFPB João Pessoa

Baseado no texto, as tentativas e discussões acerca da implantação de um alfabeto universal vem se arrastando desde o século XIX. A organização por ordem alfabética, cronológica ou outras consideradas relevantes por diversos estudiosos, tem sido palco de verdadeiros embates de opinião, em que cada um expõe argumentos válidos, porém que seguiam sua própria lógica. Por esse motivo nunca se chegava a um consenso de qual seria a melhor maneira de se organizar a tão sonhada ordem alfabética universal. A primeira referência de classificação alfabética de que se tem noticia foi descoberta na ilha de grega de Kos, pelo historiador do alfabeto Lloyd W. Daly, uma inscrição dividida em 3 listas com 150 nomes em ordem alfabética, datada aproximadamente do século III a.C.. Ao longo dos anos diversos outros estudiosos desenvolveram métodos de organização e classificação alfabética, entre outros. Tratados foram propostos, acordos realizados, até dicionários foram introduzidos, tudo na tentativa de se estabelecer um padrão para a organização em ordem alfabética. Muitos estudiosos se destacaram na pesquisa e aprimoramento da ordem classificatória da miscelânea existente no mundo, porém o estadunidense Mortiner Jerome Adler destaca-se 
dos demais por defender até a morte o seu método de organização por tópico, ignorando obviamente o modo alfabético. Enfrentou muita resistência por diversos outros estudiosos, entretanto conseguiu publicar uma de suas obras (Great Book) e fazer parte do Conselho da Encyclopaedia Britannica. No contexto digital, tanto ordem cronológica quanto ordem alfabética, apresentam-se irrelevantes, uma vez que nesse contexto, cada vez mais existe a possibilidade de se realizar pesquisas por pequenas partes na web de acordo com a necessidade de cada usuário, como o então presidente da Encyclopaedia Britannica  Joseph J. Esposito propõe em declaração feita em 1993. 

Desde os primórdios do pensamento filosófico sobre o mundo, existem os antipatizantes da ordem alfabética, entre eles está Platão, que entre outras ideias, fala que o ordenamento alfabético é um esquema organizacional arbitrário, e que vai contra as articulações naturais existentes no mundo. Estudiosos construtivistas sociais propõe que a linearidade arbitrária na formação dos conceitos, definições e outros do tipo concepções de regimes ao redor do globo contribuem para a manutenção do poder pela “elite”. Entretanto, devemos ponderar que o sentido da capacidade de gerar conhecimento necessita permear o campo das articulações das nossas ideias com as articulações da natureza, pois foi desse maneira que se conseguiu moldar o ocidente.

Outra ordem a muito discutida por diversos pensadores e pesquisadores é a ordem do cosmos. Com a ideia da harmonia esférica proposta por Pitágoras, que é baseada em princípios matemáticos, dividida em cadeias de proporção. Passando pelo surgimento do cristianismo, que baseia a criação do universo sem falhas, em que tudo o que existe possui sua função hierárquica e complementar em consideração a outra. Em busca pelo conhecimento aprofundado em conceitos que derrubam conceitos, os cientistas provocam, implementam e também criam novos modos de ordenamento das coisas existentes no mundo. O exemplo com maior destaque abordado no texto foi da definição de planeta, em que até os dias atuais provoca muitas discussões e que momentaneamente possui uma ideia comum sobre o conceito de planeta, porém, como a própria história nos mostra, nenhum conceito perdura por muito tempo, e que sempre terá alguém disposto a derrubá-lo. O fato é, cada conceito permanecerá de pé enquanto a maioria dos cientistas concordarem sobre o mesmo aspecto que faz a ordem do conceito estabelecido se sustentar.

Outro exemplo citado no texto que mostra um ordenamento singular é o da tabela periódica dos elementos químicos. Desde que foram descobertos, os mesmos foram organizados, não pela ordem alfabética, e sim pelo número atômico, e subdivido por categorias. A tabela passou por diversos ordenamentos, pelo fato de que ao longo do tempo foram descobertos e incluídos novos elementos.

De modo geral, o autor utiliza-se de diversos exemplos, muito bem fundamentados e com bastante referencial teórico, para simplesmente apontar que para cada situação no mundo, existe uma forma de se organizar, através de ordenamento simples até os mais complexos. Desde o ordenamento alfabético, numérico, passando pelo ordenamento por tópico, pelo ordenamento sequencial de ordem de chegada e/ou descobrimento. A organização, seja ela qual for, faz parte da essência humana. Buscar a excelência através dos diversos modos de organização, faz com que a vida se torne cada vez mais prática ou não, isso dependerá fortemente ao modo singular que cada ser humano enxerga e absorve pra si a melhor maneira de se organizar, o que pode ser bom para um determinado grupo de pessoas, pode não ser para outros.

Resenha do Capítulo 1 A nova ordem da ordem, do livro A Nova Ordem Digital – Os novos princípios que estão reinventando os negócios, a educação, a política, a ciência e a cultura.


Autor: David Weinberger

Resenhado por Ytalo Farias – Graduando em Gestão Ambiental – IFPB João Pessoa

No primeiro capítulo o autor faz uso de diversos exemplos para explicar o modo de organização adotado pelos mais variados segmentos. Desde coisas simples e corriqueiras do nosso dia-a-dia, como a organização de uma mesa para jantar, passando pela disposição de livros que pode ser feita por ordem alfabética ou mesmo por gênero, autor, título, etc. ficando a cargo do gerenciador de uma livraria, até a organização de musicas em playlists, ou o controle de estoque de uma empresa de vendas virtuais no meio digital. Entre outros métodos de organização, incluindo os relacionados ao mundo empresarial, existe toda uma metodologia que foi e ainda é aprimorada por todos esses seguimentos.
Com a chegada da era digital, tornou-se cada vez mais viável e pratico o armazenamento de informações pertinentes a tudo o que se pode imaginar. Utilizando-se da tecnologia para a formação de banco de dados, o empresário e/ou até mesmo um usuário doméstico, tem a capacidade de gerenciar de maneira eficaz todos os seus arquivos.Em analogia, posso utilizar exemplo o modo de organização e disposição dos produtos eletrônicos comercializados na empresa em que trabalho, desde o seu recebimento em loja, até à disposição nas vitrines. O Processo não é tão complicado, recebemos uma quantidade X de modelos já existentes no estoque. Pesquisa-se a nota fiscal dos produtos já lançada no sistema da empresa para confirmar se a mesma está liberada para recebimento. No passo seguinte, verifica-se se a quantidade e características dos produtos recebidos em loja, é coerente com a descrição na nota fiscal, caso positivo, faz-se a coleta dos números de séries individualmente para o lançamento no sistema da loja. Ao finalizar o processo de coleta, caso haja mais produtos do mesmo modelo já no estoque da loja, utiliza-se método de armazenamento chamado “first in – first out”, ou seja, os produtos que foram recebidos primeiro, ficam dispostos à frente dos produtos que foram recebidos depois, para garantir que seja feita a venda dos produtos “mais antigos” no estoque. Esse método é para garantir a “saúde” do estoque. Estes produtos possuem etiquetas com informação da Nota Fiscal de Origem, Data do recebimento e nome do fornecedor. Abaixo imagem com exemplo da disposição. Considere que a primeira quantidade que chegou ao estoque e que obviamente será a primeira a sair tem a data mais antiga.



            Já na área de vendas, a organização e exibição dos produtos é feita da seguinte maneira: ficam dispostos em sequência e em ordem de valores decrescentes, de maior  valor até o menor valor. As vitrines possuem três níveis para a exposição dos produtos. Veja imagem ilustrativa abaixo.




           É fato que nos dias atuais existem diversas ferramentas de organização para os mais variados segmentos, e que cabe a cada um julgar e decidir qual a melhor maneira de gerenciá-las de acordo com a sua necessidade. Desse modo, busca-se cada vez mais a tão sonhada organização para a miscelânea cada dia mais crescente em todo o mundo .