terça-feira, 31 de maio de 2016

Bom dia!

Como havíamos prometido, aqui vai o vídeo com o sorteio da Rifa dos formandos de Gestão Ambiental, realizado no dia 26 de Maio de 2016.
O número sorteado foi o 130 e o ganhador do tablet foi o senhor José Alberto.



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Resenha do filme: "Piratas do vale do Silício"

O filme, Piratas do vale do silício é um filme foi gravado em 1999, desde o lançamento do filme e muitos estudiosos da informática, quando querem entender ou tem curiosidade de saber como aconteceu a evolução da informática assistem ao filme, já que o conteúdo retrata bem evolução da informática. Todo começa em uma universidade na Califórnia Steve Jobs e Wozniaka principio eram apenas universitários no que se tratava de Steve é que muitos não sabiam que ele  era problemático e levava uma vida meio estranha, tanto é que tinha um jeitão Hippie e despojado de ser, ele também era usuário de drogas . Diferentes, Wozniak já era mais animado, adorava contar piadas e além do mais é claro de ser muito inteligente.
Na faculdade já fizeram a primeira invenção a chamada caixa Azul que tinha como base fazer ligações para longas distancias grátis, construídas com a ajuda de uma colega de faculdade que chamavam de Capitão Crunch.Steve e Woz começaram a vender esta caixas, mais Woz não queria viver na clandestinidade se arriscando a ser preso pois a função desta caixas burlavam a lei. Enquanto Steve e Woz começavam a desenvolver o seu computador pessoal. Surge Bill Gates na historia, em 1974 a empresa Albuquerque lança ao mundo o primeiro computador batizado de "Altair 8800". Mais este computados ainda faltava uma linguagem. Foi ai que entrou Bill e Paul no negócio, com uma parceria criada desenvolveram o Sistema Operacional BASIC e assim em 1975 fundaram conhecidíssima Microsoft.
Enquanto isso em 1976, Jobs e Wozniak,lançaram os seus primeiros computadores, no qual começara a sua fabricação em uma garagem. O protótipo recebeu o nome de Apple I. Logo conseguiram bons negócios, e assim vendo que poderiam evoluir ainda mais fundaram a Apple Computer em 1977. Na sequência o segundo computador da companhia o Apple II. E nestemesmo ano ocorreu uma pequena feira de informática, onde  Steve Jobs e Bill Gates estavam presentes, na ocasião Bill Gates ainda era desconhecido, neste evento Billnão era conhecida  e mesmo falando com Jobs  ele não deu atenção a Bill.
Três anos depois foi que a IBM decidiu investir no ramo de computadores pessoais, na qual a IBM tinha o desejo de construir um computados que fosse melhor que o Apple, foi ai que Bill Gates realizou uma jogada de mestre ao comprar um Sistema Operacional por apenas 50 mil,o DOS como ficou conhecido. No qual ele fez apenas com algumas modificações e passou a ter em suas mãos um ótimo processador de tarefas. Assim conseguiu fechar uma parceria com a IBM e foi criado o primeiro computador que funcionou com o Serviço Operacional de Gates o famoso MS-DOS.
Em 1984após um período especialistas e engenheiros criaram uma interface gráfica e um protótipo de mouse que foi mostrada a empresa  Xerox que não se importou muito  com o produto. Despertando o interesse da Apple que com isso desenvolveu um novo computador que foi batizado de Macintosh e um outro de Lisa, mesmo nome de a filha de Jobs, que o mesmo não que ria reconhece-la como tal. Nesta mesma época Woz sofreu um acidente de avião e ficou um certo tempo afastado da Apple, ao retornar Woz resolve sair da Apple por não gostar do comportamento de Steve com os funcionários.
                No ano de 1985, Bill Gates observando que a cada dia a  Apple estava melhorando os seus sistemas, resolveu investir em interface gráfica, com isso Gates realiza uma jogada de mestre conseguiu convencer a Apple que iriam fornecer programas para o Macintosh para consegue ter acesso a informações sigilosas da Apple. Quando Jobs descobre o fato já tinha acontecido, Bill Gates conseguiu todas informações da Apple  e no mesmo ano lançariam ao mundo um novo sistema operacional que foi chamado de Windows, que para muitos foi um plagio do Macintosh.
Este filme demonstra que a administração da Apple de certa forma escravizava os trabalhadores fazendo com que os funcionários trabalhassem mais de 90 horas por semana. Até um dia um dos funcionários agredir Steve e com esta atitude fazê-lo pensar que deveria valorizar seus empregados, pois eles eram a empresa. 
O trabalho daqueles profissionais é que faziam a Apple existir.Este filme me transmitiu a ideia de que nada se cria, mas sim tudo se copia, bem como foi mostrado através de um pensamento de Picasso: “Os Bons artistas copiam e os ótimos artistas roubam”. No qual tudo começa com estudos em cima de algo que já existia e os avanços surgiram através da melhora ou modificação do que os outros já haviam criado. Isso nos faz pensar bastante pois nossas ideias tem que ser guardadas em sigilo até que se concretize de fato, evitando a curiosidade e a cobiça de muitos, assim para se manter no mercado por mais tempo, pois uma carta na manga pode fazer a diferença na hora de competir.



Resenha do Livro: A nova desordem digital de David Weinberger

Postado por Isabelle Monteiro, Camylla Rebeca, Ytalo Bruno, Ana Maria, Mayara Fernandes e Josefa Oliveira. Graduandos em Gestão Ambiental e Adminstração pelo IFPB, Campus João Pessoa - PB.


WEINBERGER, David. A Nova Desordem Digital. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
David weinberger é um pesquisador, técnico palestrante e comentarista. Filósofo por formação, ele tem um Ph.D. da Universidade de Toronto e ensinou faculdade 1.980-1.986 . Ele era um escritor da mordaça para a história em quadrinhos "Inside Woody Allen " 1976-1983, tornou-se um consultor de marketing e executivo de várias empresas de alta tecnologia, e atualmente atua como membro do Centro Berkman para Internet e Sociedade na Harvard Law School, onde ele co- ensina uma aula sobre "A Diferença web ", com John Palfrey . Além disso, ele é co-diretor do Harvard Biblioteca Laboratório de Inovação em Harvard Law School. Possuía o título de Conselheiro Sênior Internet para a campanha presidencial de Howard Dean 2004 e prestou assessoria política de tecnologia para a campanha presidencial John Edwards ' de 2008.
O livro vem tratar, basicamente , sobre o quão valiosa é uma informação quando disponibilizada de forma virtual quando estas representam as potencialidades do mundo digital. Porém, o autor trás consigo a ideia de que não existe uma forma correta de organização mundial porque as ordens estão condicionadas ao universo físico das coisas e que esta preocupa-se com a elaboração do plano físico organizado. O autor aborda as fragilidades e a simplicidade da organização das coisas no mundo físico, dos átomos, as quais não são aplicáveis e apropriadas ao mundo digital, ou seja, dos bits. O mundo é diferente demais para existir apenas um sistema de classificação para todas as culturas, por isso, ele transmite a ideia de que, a forma que o conteudo organizado não condiz com a forma de organização dos usuários e, por isso, estamos sujeitos a tudo que está em volta do ambiente em que vivemos e convivemos. 
A nova desordem digital trás, consigo, uma era de 3 ordens digitais, ou, melhor dizendo, desordens digitais. A primeira e a segunda intituladas "ordens da ordem" e a terceira "ordem da ordem". A“primeira ordem da ordem” está intrínseca a junção das coisas/objetos respeitando uma disposição física por características, associações e semelhanças pré estabelecidas, como livros que são dispostos na seqüência em estantes por um esquema de agrupamento por assuntos e produtos que são inseridos em prateleiras de supermercados por exemplo. No entanto, a segunda ordem poderia ser representada pelos catálogos e índices utilizados em bibliotecas e pelas indicações que nos orientam em lojas e supermercados, fazendo alusão à organização de primeira ordem. Já a terceira ordem, faz alusão ao conjunto de ideias e espaços físicos bem organizados.
Enfim, o livro trás questões que abordam o novo mundo da "era digital", hoje, visto de forma confusa tanto para quem vê, quanto para quem usa. A complexidade constitui-se como o melhor cenário, de acordo com Weinberger, porque finalmente nos conduz ao conhecimento que não é unidirecional.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Capitulo dez “O trabalho do conhecimento”

Postado por Camylla Rebeca M. da Cunha, Graduanda de Tecnologia em Gestão Ambiental 

Texto de  WEINBERGER, DAVID. Do livro  A Nova desordem digital: os novos princípios que estão reinventando os negócios, a educação, a política, a ciência e a cultura.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. cap. 9, p. 199-233.

No capitulo dez “O trabalho do conhecimento”, o autor ressalta a necessidade de perceber o significado da miscelânea para além da confusão, algo que a terceira ordem permite. Segundo o autor, o sonho do racionalismo isento de ambiguidades e de suprimida heterogeneidade manifesta-se como um controle social sufocante, não condizente com a decadência do conhecimento. As sedes são móveis e a complexidade do novo sistema de organização é ditada pelo próprio usuário que também é produtor. David Weinberger neste capitulo, mostra o conhecimento analisado de várias formas, quando ele trata do  conhecimento fragmentado ele mostra que temos uma visão utópica de que todos podem ser igualmente ouvidos já que tudo está ‘’misturado’’ porém na web, o eco nas conversas é um instrumento importante nas instituições democráticas e nos mercados abertos, se tornando assim um ponto forte politicamente, já no conhecimento livre, o autor destaca a Wikipédia como um excelente exemplo de acumulo de informações, sendo assim a topologia natural da miscelânea. Em relação ao conhecimento “complexado” Weinberger afirma que até a ciência a despeito da sua complexidade, também está a procura do simples, como exemplo ele explica que as arvores tradicionais tem sido ferramentas incrivelmente uteis para que as pessoas se movimentem entre a simplicidade e complexidade. De acordo com o conhecimento que temos em um mundo que nós concebemos, os cidadãos fizeram da internet um lugar que não contem nada alem de informações factuais, o que significa que a as informações que compõem a miscelânea são arrancadas da arvore onde nasceram e ficam disponíveis para qualquer usuário que esteja interessado em acessa-la. Hoje estamos transformando o conhecimento em nossa nova moeda, ainda assim, por mais que possamos influenciar o conhecimento, ele continua tendo graus e formas, e os metadados ligados a ele são parte crucial de sua confiança. O conhecimento deve ser considerado em essência e significado, visto que "uma coisa é o que é em virtude de sua conexão com outras coisas", por exemplo. Desta forma, há a construção pública do significado. Assim o mundo deixa de ser uma miscelânea quando nos apoderamos de informações e conhecimento.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Capítulo 9: A confusão como virtude

Postado por Ana Maria Ferreira Cosme, graduanda em Gestão Ambiental.

Texto de  WEINBERGER, DAVID. Do livro  A Nova desordem digital: os novos princípios que estão reinventando os negócios, a educação, a política, a ciência e a cultura.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. cap. 9, p. 175-201.


O avanço de uma cultura é medido pela sua capacidade de organização.Na primeira e segunda ordem, organiza-se e desorganiza-se e para isto é preciso esta disposto para a organização dos objetos e das informações, para isso observa-se a simplicidade, uniformidade, abrangência, ordenação, explícito e  a categorização serve que  para adequar o novo ou  ao já estabelecido domínio. Sendo esta organização formal e informal, no qual a organização a primeira, são aqueles criados conforme estrutura e porte da organização e aparecem no organograma de forma detalhada constando os departamentos, divisão de tarefas dos instrumentos de organização - manuais, funcionogramas,  etc. E a  segunda organização, decorre da interação das pessoas e dos relacionamentos que se estabelecem.No que se refere a terceira ordem, organizam-se os metadados que podem ser basicamente definidos como dados que descrevem os dados, ou seja, são informações úteis para identificar, localizar, compreender e gerenciar os dados. Quando documentamos os metadados e os disponibilizamos, estamos enriquecendo a semântica do dado produzido, adicionando significado real, e oferecendo suporte à atividade de Administração de Dados executada pelo produtor desse dado. Ainda no  texto ele traz uma fala de  diversos autores como Aristóteles “ fazer parte de uma categoria é satisfazer a definição desta categoria, logo todos os exemplos são bons” (todos compartilham a essência da categoria) e o outros como Eleanor Rosch: protótipos são exemplos indiscutíveis de conceitos sem definições claras; a definição se inicia por bons exemplos, e, então, se definem os critérios de  compreensão é implícita que fala do   nível básico/categoria de núcleo: mais frequentemente utilizados, compartilhar o maior número de atributos e as  categorias superiores: compartilhar apenas alguns atributos.
Já o autor Tim Berners-Lee vem tratar de menos controle e mais oportunidade para criar conteúdo na Web como por  exemplo  Web semântica no qual o  objetivo principal é treinar as máquinas para que se comportem como pessoas, mas sim desenvolver tecnologias e linguagens que tornem a informação legível para as máquinas. A finalidade passa pelo desenvolvimento de um modelo tecnológico que permita a partilha global de conhecimento assistido por máquinas fazendo a  integração das linguagens ou tecnologias. Este texto de linguagem rebuscada e que contém vários assuntos que confluem para um fator central que é a organização, no qual ele traz exemplos de várias áreas do mercado e dos mais diversos segmentos, nos mostrado que se não  tem organização não se chega ao objetivo pretendido, pois “um ambiente bem organizado nos dá uma sensação de domínio”, para assim alcançar os objetivos almejados correlacionando a integração da organização a  linguagem  tecnologias.

Capítulo 8: Palavras que nada dizem

Postado por Isabelle Monteiro de S. César e Ana Maria Ferreira Cosme, ambas, graduandas do curso de Gestão Ambiental

WEINBERGER,David. Palavras que nada dizem. A Nova desordem digital: os novos princípios que estão reinventando os negócios, a educação, a política, a ciência e a cultura.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. cap. 8, p. 149-174.


Este texto inicia falando de instruções e avisos tão óbvios que nos fazem parecer embeices, como por exemplo, o aviso que um fósforo pode provocar  fogo, ou que não se pode passar roupa enquanto estiver vestido, ou de tomar um sonífero que nos causa sono. O autor mostra que o ser humano é muito bom em compreender o que está implícito, usado como demonstrativo as placas de trânsito onde devemos memorizar o significado de cada imagem para agir corretamente, no lugar de simplesmente colocar um pequeno texto explicando o que a placa significa.
O autor nos mostra tudo esta diretamente liga a forma como compreendemos e interpretemos estes metadados que são marcos ou pontos de referência que permitem circunscrever a informação sob todas as formas, pode se dizer resumos de informações sobre a forma ou conteúdo de uma fonte. No qual A sua utilização estende-se a outros campos além da gestão documental. Como a tecnologia conhecida por “data warehouse” consiste em extrair e concretizar dados de múltiplas fontes numa base de dados que possa ser consultada de várias maneiras pelos utilizadores com ferramentas de suporte à decisão.
O autor diz que nossa consciência é formada a partir da nossa capacidade de ter foco e ser implicitamente consciente do nosso contexto ao mesmo tempo, ou seja, é preciso ter foco para ser possível tornar o implícito em algo explícito dentro do contexto. Porém alguns 
fenômenos ao se tornarem explícitos, acabam nos deixando desorientados, assim surge nossa ânsia por simplificar as coisas. Portando, segundo Weinberger, é difícil falar e expressar o implícito e o explícito uma vez que ao falarmos sobre algo acabamos tornando-o explícito. Pois, segundo o autor  “A trajetória entre o implícito e o explicito não é uma via de mão única. Podemos observar as idas e vindas no processo por meio do qual uma nova sinalização é desenvolvida e implementada”(p.151). O implícito é um  símbolo que  não precisa estar aparente, já está em nosso contexto, é frágil, depende (das mudanças) da cultura, conhecimento tácito; contexto/histórico, significado. “O significado de determinada coisa é proporcionado pela rede de significados implícitos pelos quais chamamos mundo.” (p.172). E o explícito: é algo com interesses, está diretamente relacionado com o implícito que pode causar o excesso de simplificação.
O autor traz um ponto de discussão interessante que é sobre aquilo que não é dito e seu significado, focamos sempre no que é dito, mas o que falamos vem daquilo que não podemos falar. Em uma terceira ordem procura eternizar o significado, por meio da digitalização de todo o conteúdo e dos metadados, permitindo reunir um conjunto de conteúdos, por meio relacional, produzido pelos leitores, promovidos pelas empresas ou criados pelo os próprios clientes. Weinberger, dentre os 10 capítulos do livro a Nova deserdem digital, é um dos texto que mais nos faz refletir sobre como é importante para a sobrevivência de uma serie de empesas compartilharem este mundo de informações dos clientes para que assim o mercado esteja sempre aquecido e que esta esfera de informações não deixe de circular e alimentar os bancos de dados. Pois o  autor fala que seu valor é o relacionamento implícito, que transforma em 
infraestrutura de significado, possibilitando explorar o conhecimento por meio do maior banco de dados do mundo.

Para a construção desta resenha utilizamos algumas informações do site http://kingdomadmp5.blogspot.com.br/2014/12/resenha-do-livro-nova-desordem-digital_30.html


Capítulo 7: Conhecimento social

Postado por Isabelle Monteiro de Souza César, graduanda em Gestão Ambiental.

WEINBERGER, David. Conhecimento social., David. A Nova desordem digital: os novos princípios que estão reinventando os negócios, a educação, a política, a ciência e a cultura.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. cap. 7, p. 129-147.



O capitulo inicia falando sobres a composição de um jornal impresso e de como os editores se reunião para realizar a edição diária do jornal. E tinham toda uma preocupação com a formatação, como o texto, coma a manchete a ser publicada, a relevância da notícia e acreditando que os leitores serão capazes de entender a linguagem do corpo da página. A partir deste comentário o texto traz vários relatos de sites que davam seus primeiros passos para a inserção no mundo digital, como foi o caso do site Digg.com, que se auto intitula como site de conteúdo social voltado para ao usuário. O Digg é um site norte-americano que reúne links para notícias, podcasts (arquivo de áudio digital, frequentemente em formato MP3 ou AAC) e vídeos enviados pelos próprios usuários e avaliados por eles. Combina sociais bookmarks (são serviços e ferramentas que têm por finalidade representar e organizar recursos da web de modo colaborativo para o seu fácil acesso e compartilhamento), blog e feed, (é um formato de dados usado em formas de comunicação com conteúdo atualizado frequentemente, como sites  de notícias ou blogs). 
O texto faz menção a outros sites que seguem a mesma linha, tais como: Reddit.com que é um site do tipo de publicações sociais no qual os usuários podem divulgar ligações para conteúdo na Web. Assim como Rojo.com (são sites que fazem classificação com base em grupos sociais pertencentes ao público em geral) e o TailRank (era um local que forneceu um Feed de conteúdos na World Wide Web que está sendo discutido em toda a blogosfera). Lembrando que, nem todos estes sites sobrevivem e alguns sobreviveram, permitindo que alguns grupos de leitores exerçam influencia sobre o que publicado nas páginas. Como ressalta o próprio texto “Permitir que grupos de leitores exerçam influência sobre o que é publicado nas páginas frontais dos jornais não só nos fornece informações relevantes, como também promove a ligação social entre grupos.” (p. 131).
Um fato bem interessante que o texto traz é a respeito da discussão sobre a a Wikipedia que desafia os bibliotecários a aderirem a o uso deste site, no qual gera uma serie de discussão sobre o usuário que utiliza este site, no qual Robet McHenry, ex-editor chefe da Encyclopedia Britannica, resumiu sua analise da Wikipedia, no qual ele diz: “O usuário que visita a Wikipedia para aprender algo sobre determinado assunto, para confirmar alguns fatos, esta em posição parecida com a do visitante de um banheiro publico. O banheiro pode este claramente sujo, de forma que o visitante se cerca de cuidados, ou pode parecer bastante limpo, de modo, obviamente, é quem usou as instalações antes dele” (p. 132).
Para isso, observamos alguns pontos em destaque no texto tais como a autoridade que seria um conhecimento social que adota um rumo diferente que resultam na formulação de artigos neutros, que não aponta os próprios erros, levando o usuário a uma origem do valor econômico das fontes tradicionais, tornando em um leitor é passivo. Outro ponto é a miscelânea, no qual  a credibilidade vem da neutralidade, quando as pessoas concordam, quando a discussão acaba, e percebe-se que o conhecimento é distribuído em diferentes páginas e existe tanto nas conexões quanto nas lacunas das paginas.
Este é um texto que nos confunde um pouco e que ao mesmo tempo nos alerta para a utilização das enciclopédias digitais livres, nos quais todos podem contribuir para a sua 
alteração ou até modificação do que foi publicado, deixando um ponto de não credibilidade a ser discutido pelos leitores, mais também mostra como é útil à participação da população na construção destas enciclopédias, lembrando-se de sempre ter responsabilidade e ética na hora de realizar as publicações no site, evitando a não desconfiança do conteúdo publicado.